
Lidamos com as forças do mal neste planeta. Não há dúvidas! Além da violência que permeia nas grandes cidades do mundo, ainda temos guerra, fome, miséria, desigualdade, doença, etc. Para os que acreditam nas previsões bíblicas, os quatro cavaleiros do apocalipse já estão soltos. E, fazendo a festa!
Liderando esse movimento eu escalaria o ditador Pyongyang, dirigente da Coréia do Norte. Sua realização de um teste nuclear foi à notícia da semana. Para complementar ainda lançou dois mísseis, em direção ao Japão, em uma tentativa clara e patente de disseminar o terror. Assistindo ao noticiário, que transmitia uma parada militar coreana, observando a pose do ditador - de braços erguidos e saudando os soldados - veio a minha mente como um flash o seguinte pensamento: “Esse homem é a reencarnação de Hitler!” Se não da forma literal, pelos menos estão irmanados em idéias e aspirações.
Foi um pensamento ilógico, eu sei... Mas retrata bem a insanidade e a frieza de objetivos evocados pela imagem. Uma coisa eu descobri em minhas andanças pelo mundo e pelo oriente. O mal, onde quer que você o encontre, sempre tem a mesma cara determinada e feroz, de quem tem sede de sangue e destruição.
A predominância desse sentimento no mundo não ocorre somente nessas decisões políticas e estratégicas, nas altas esferas de comando. O que me assusta verdadeiramente é que a influência dos poderes das trevas parece estar em toda parte. Infiltrou-se na vida comum, no dia-a-dia do homem médio. Turbinado pela revolução industrial e tecnológica. A crueldade permeia solta em todos os ambientes. Você pode verificar isso na escola, onde adolescentes organizam brigas de rua para colocarem o vídeo na internet (numa demonstração de selvageria e barbarismo medievais), espancam os colegas em frente às câmeras em uma “saudável diversão”; Nos lares, onde o egoísmo e o desamor campeiam e a palavrinha “respeito” perdeu todo o significado para essa geração; No ambiente de trabalho, onde a competitividade e o amor ao dinheiro respaldam os atos mais vis.
Começo a pensar que talvez a grande responsável pela disseminação da violência tenha sido a rede mundial de computadores. Essa que nesse momento eu utilizo. Com a facilidade das comunicações via e-mail e outros instrumentos, as pessoas se perdem e não conseguem utilizar essa ferramenta magnífica com a cautela exigida.
O mundo parece infectado com um vírus mais letal que o da gripe suína, ou seja, qual sigla se queira usar. Esse vírus e um vírus de morte, sim! Lenta e sistemática. É um vírus de guerra, de destruição, da raça humana e do planeta! Que Deus nos dê forças para reagir com a melhor das armas. A sabedoria infinita, que fará com que não reencarnemos o mal, reencarnemos sim a paz e a bondade.
ELIANE BRITO, é escritora, cronista, advogada, autora do livro “Do pequi ao sushi-crônicas de viagens”. eliane@rodovalho.com.br
Liderando esse movimento eu escalaria o ditador Pyongyang, dirigente da Coréia do Norte. Sua realização de um teste nuclear foi à notícia da semana. Para complementar ainda lançou dois mísseis, em direção ao Japão, em uma tentativa clara e patente de disseminar o terror. Assistindo ao noticiário, que transmitia uma parada militar coreana, observando a pose do ditador - de braços erguidos e saudando os soldados - veio a minha mente como um flash o seguinte pensamento: “Esse homem é a reencarnação de Hitler!” Se não da forma literal, pelos menos estão irmanados em idéias e aspirações.
Foi um pensamento ilógico, eu sei... Mas retrata bem a insanidade e a frieza de objetivos evocados pela imagem. Uma coisa eu descobri em minhas andanças pelo mundo e pelo oriente. O mal, onde quer que você o encontre, sempre tem a mesma cara determinada e feroz, de quem tem sede de sangue e destruição.
A predominância desse sentimento no mundo não ocorre somente nessas decisões políticas e estratégicas, nas altas esferas de comando. O que me assusta verdadeiramente é que a influência dos poderes das trevas parece estar em toda parte. Infiltrou-se na vida comum, no dia-a-dia do homem médio. Turbinado pela revolução industrial e tecnológica. A crueldade permeia solta em todos os ambientes. Você pode verificar isso na escola, onde adolescentes organizam brigas de rua para colocarem o vídeo na internet (numa demonstração de selvageria e barbarismo medievais), espancam os colegas em frente às câmeras em uma “saudável diversão”; Nos lares, onde o egoísmo e o desamor campeiam e a palavrinha “respeito” perdeu todo o significado para essa geração; No ambiente de trabalho, onde a competitividade e o amor ao dinheiro respaldam os atos mais vis.
Começo a pensar que talvez a grande responsável pela disseminação da violência tenha sido a rede mundial de computadores. Essa que nesse momento eu utilizo. Com a facilidade das comunicações via e-mail e outros instrumentos, as pessoas se perdem e não conseguem utilizar essa ferramenta magnífica com a cautela exigida.
O mundo parece infectado com um vírus mais letal que o da gripe suína, ou seja, qual sigla se queira usar. Esse vírus e um vírus de morte, sim! Lenta e sistemática. É um vírus de guerra, de destruição, da raça humana e do planeta! Que Deus nos dê forças para reagir com a melhor das armas. A sabedoria infinita, que fará com que não reencarnemos o mal, reencarnemos sim a paz e a bondade.
ELIANE BRITO, é escritora, cronista, advogada, autora do livro “Do pequi ao sushi-crônicas de viagens”. eliane@rodovalho.com.br
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